sábado, 28 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
O novo tempo
lúcido e maduro.
Nada confuso entre amizade e disciplina.
Se vier velho, prefiro, do que inconseqüente.
Se vier cheio de moral, prefiro este a um tempo novo sem ética.
Tomara que venha amoroso, prá ser bem leve,
Mas se não vier assim, que venha justo, com arestas bem aparadas.
Da Lilih
29 de fevereiro
Nosso tempo passou
Escorreu entre palavras não ditas
Entre desejos não revelados
Expressões desgastadas
Desbotadas
Melancólicas
Velhas
Nosso tempo voltará
Maduro como frutas vividas
Sem moral e alicerces falsos
Para amar, simplesmente amar.
Posted by Lilih Curi
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
05 fevereiro 2009
Foi quando Paulo e Rita surgiram. Seu Land Rover podia ser visto de longe, o verde se destacando no cinza do asfalto e no azul do horizonte. Do belo horizonte. Meus sentidos foram unanimes: embarque nessa. Chacoalhei o polegar intensamente e o Land Rover foi parando, suave, de portas abertas pra minha mochila e pra mim.
E aqui estamos nós. Nao se pode dizer que chegamos ao destino. (Será que a gente chega um dia?) O que sabemos é que tem sido muito bom viajar e lidar com os imprevistos. Nosso diário está repleto de anotações e planos para próximas viagens.
Bem, bem, bem. Traduzindo:
Embarquei no projeto "Histórias de chocar" porque já conhecia o trabalho do Paulo e da Rita e achei que seria muito bom podermos viajar juntos nesse projeto. A estréia e a temporada em São Paulo, longe de ser o objetivo final do processo, tem se mostrado, na verdade, um terreno de novas descobertas e enfrentamentos para todos os membros da equipe.
Creio que estamos numa busca não por um resultado apenas, mas pela descoberta de um modo de fazer teatro que escapa dos modelos tradicionais. E estamos pagando o preço por isso - inquietações que são a própria razão de continuarmos nesse ofício.
Posted by Adélia Nicolete
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Poros abertos
Pra saber mais do filme:
www.interney.net/blogs/filmesdochico/2008/11/25/a_bela_junie/
br.youtube.com/watch?v=npK4SMlC4Eo&hl=pt-BR
É... Juca!
domingo, 25 de janeiro de 2009
O NOVO PARTO
No dia seguinte, uma visita: Luis Alberto de Abreu e Adélia Nicolete. Como é estar sob o olhar treinado de cultura(s) e anos de vivência acumulados? Não saberia responder, mas o sentimento é de estar em um colo, que não poupa as críticas necessárias para que a criança cresça, sem abrir mão do afago. Ai... Um cuidado que motiva a encontrar e mergulhar nesta nova versão da peça.
Quinta-feira, um dia antes. Como dar conta de tudo que ainda precisa entrar nas veias? Onde estão só os atores, para saltar nas intensidades e nuances das cenas? Calma, eles ainda virão... Sei que virão! Adélia, co-autora e cirurgiã, retorna passando cena a cena, comentando, sugerindo, questionando. Bonfanti acompanha. O entendimento e a apropriação. Preparo de parto.
Sexta.... Dia 23 de janeiro. Saiu assim na imprensa:
guia.folha.com.br/teatro/ult10053u493650.shtml
www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=42&id=155028
jovempan.uol.com.br/jp/index.php?view=150864&categoria=88
www.guiadasemana.com.br/event.asp?ID=9&cd_event=47554
www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=10&Int_ID=69381
vejasaopaulo.abril.com.br/teatros/atracoes/at0098020.html?codEstabelecimento=d18465dd1930d010VgnVCM1000000b0417ac____&nomeCategoria=TEATROS&numeroLogradouro=119&cep=04532-010&nomeEstabelecimento=Sesc%20Avenida%20Paulista&codAtracao=5053082be230d010VgnVCM1000000b0417ac____&enderecoID=525ebc366bb72110VgnVCM1000000b0417ac____&servicoID=7266bc1e792aa110VgnVCM1000000b0417ac____
www.jornalspiner.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=106:historias-de-chocar-ensaios-de-amor&catid=25:arte&Itemid=27
http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=1181&IdCanal=4&IdSubCanal=&IdNoticia=101556&IdTipoNoticia=1
www.artepluralweb.com.br/flash/artepluralinforma.swf
Não quis ler.
Ai... Terceiro sinal. Vamos embarcar! Contracenar com rostos que, por vezes, parecem estar num misto de nervosismo e torcida é um exercício. Sim, a platéia está ao alcance das mãos (pelo menos das minhas!). Um estado de cumplicidade à mínima distância ainda não experimentado por nós. Nasceu! Feliz por perceber o potencial anunciado e poder olhar o que ainda está fora do lugar ou pede um cuidado a mais.
Obrigado aos que foram e aos que ainda vão embarcar com a gente!
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Rochedo intransponível
"As pessoas têm medo da solidão e fogem dela como o diabo da cruz. Poucas a apreciam, mais raras as que se julgam boa companhia para si mesmas"
Regina Teixeira da Costa - reginacosta@uaivip.com.br
A música é ridícula, um debochado vídeo do Youtube, e deixa uma frase boba martelando no ar: ado-ado-ado, cada um no seu quadrado! Dançando em um quadrado colorido no chão, o limite de cada um é intransponível. Acatar esse limite faria a vida melhor; no entanto, estamos sempre pulando a cerca e, por isso, damos tantas trombadas. Então, pra você não acordar com a sensação de que tomaram seu brinquedo, fique atento aos limites. As pessoas têm medo da solidão e fogem dela como o diabo da cruz. Poucas apreciam a solidão com prazer, mais raras ainda aquelas que se julgam boa companhia para si mesmas. Assim, na presença de outras, falam e trocam palavras desnecessárias para resolver o problema. As palavras formam laços entre pessoas e sabemos disso desde que aprendemos a pronunciar as primeiras. Portanto, pensamos que falar é sair da solidão. Uma criança no escuro pede à tia para dizer alguma coisa, a tia então lhe pergunta de que adianta falar se não pode vê-la. Ela responde: quando ouço sua voz é como se a luz acendesse. Esse relato do próprio Freud não inclui as palavras que ferem, e elas existem. Relacionar é difícil mesmo. Tem muita gente que se pudesse jogava a toalha e desistia. Felizmente, os insistentes continuam buscando a convivência, mesmo das mais atrapalhadas formas. E suportam suas próprias trapalhadas com maior leveza. Uma das coisas mais constrangedoras entre pessoas é que, em nome do amor, elas se chantageiam, se machucam, se privam da liberdade, se invadem. Em nome do amor se acham no direito de cobrar do outro compensações pelo que tiveram ou não tiveram. Cobram que o outro as compense por uma falha do passado, da família, da infância. Concessões poderiam recompensar um passado doloroso? Diga-me quem nunca teve no passado alguma dor. Quem não teve problemas na família. Para isso não há remédio e nada apaga. Nem o maior sacrifício de seu parceiro pode apagar uma rejeição, abandono ou trauma. Afinal, todos têm problemas. Depois de tudo o que percorremos para ser adultos, é preciso dizer não para dores passadas. Chorar pelo que papai e mamãe fizeram ou deixaram de fazer não muda a vida. É preciso encerrar capítulos, simbolicamente claro, para não cair em repetições, e encontrar o novo. Cobrar do companheiro ou companheira, dos amigos e até mesmo da família o que quer que seja pelo que passou causando dor e sofrimento é pedir sacrifícios. É usar o peso da própria história, tornando o outro culpado e permanecendo no lugar da vítima, acreditando que é possível aliviar, compartilhar ou compensar alguém pelo real, usando o passado para barganhar, condicionando o outro a ceder às suas vontades. De fato, é difícil admitir que há um rochedo chamado castração. E dele ninguém passa: é intransponível. Livrar-se dele é não suportar contrariedades, é controlar, vigiar, exigir do outro abnegação, porque deixá-lo livre é ameaçador. Age-se com astúcia cobrando uma solidariedade que não se tem. Quem se coloca como vítima acusa o outro por sua infelicidade, mas não sabe se responsabilizar por ela. Equívoco, tão fatal quanto freqüente, que traz prejuízos incalculáveis. Por isso casamentos e amizades desfeitos, e muitas outras perdas ocorrem! É possível manipular, mas isso tem prazo de validade; com o tempo, quem se abandona em favor do outro um dia acorda e a resposta é a hostilidade, a indiferença, o rancor e outro abandono. A repetição, recurso importante da neurose, é provocar o que mais se teme. Se fui abandonado, me ressinto, tenho medo, cobro caro e provoco uma situação insuportável que culmina noutro abandono. Trata-se de uma repetição da qual não se tem consciência. O ressentimento pela vida e pelos percalços a que ela te conduziu é de fato motivo pra tratamento. A vida não tem nada a ver com isso. É a própria pessoa que constrói seu calvário, perseguindo provar que é vítima do outro. Olegário, personagem rodriguiano, perdeu a vida fingindo-se paralítico impotente, espionando a esposa, buscando comprovar uma traição ao mesmo tempo temida e ansiada, para assim provar que todas as mulheres são umas prostitutas! Amir Klink, no livro Cem dias entre céu e mar, conta suas aventuras a bordo do IAT, barco a remo no qual atravessou o oceano Atlântico. Partiu da África, despediu-se dos muitos amigos que o cercavam e estava com medo, muito medo. Preferiu se calar sobre isso e se sentiu muito só. Descobriu então que a solidão independe da distância entre as pessoas, pois ali estava entre muitas. Algumas coisas não podem ser compartilhadas, são apenas suas e é aí que vale lembrar que devemos viver, apesar de juntos, cada um no seu quadrado.
Para começar a recomeçar
Um 2009 calmo, em meio às crises anunciadas, para todos nós!
Nadando contra a maré
Todos pareciam estar acostumados à situação. Menos eu. Como é ficar em um lugar em que não se pode nem pensar em uma previsão de saída? Agora penso que Irene talvez sinta o mesmo em um “sonho sonhado” juntos, ela e Júlio, cada um ao seu modo.
Estávamos à procura de uma nova camisa para Júlio. E no caminho de volta conversamos sobre tudo . Um caminho desconfigurado por árvores caídas e um trânsito estático - ah, essa é nova em SP! Inclusive sobre como estamos impregnados da obra que criamos e como ela é feita de nossas partes. Hoje ouvi que Fellini dizia que toda arte é autobiográfica. Havia uma frase, que gostaria muito que entrasse nesta peça: “Tudo aqui é estritamente autobiográfico”. Aliás, seria a primeira. Assim, o espectador entraria em um espaço onde quem é o ator e quem é o personagem, a ficção da história e a realidade da história de vida do artista são um espaço sem limites definidos. Não importa. Mas tudo se modifica e a gente vai percebendo que a obra tem seu rumo, seu caminho e que a intuição ajuda, mas não demarca o caminho.
Hoje me lembro do dia em que fomos até o Teatro Municipal de Nova Lima. Éramos acompanhados por (Guilherme) Bonfanti, Bel (Stewart), Chico Magalhães e Edimar (Pinto) fazer um primeiro estudo de luz. Como era tudo ao mesmo tempo agora e Rita e eu éramos quase todos da equipe, de repente nos deparamos com o fato de estar com o texto em mãos, ainda por decorar. Como elaborar o desenho de luz de uma cena em que o ator ainda memoriza o roteiro? Imagino que certamente isso passou pela cabeça de Bonfanti, que mal acabava de nos conhecer! O caos do momento, o contra tempo de tudo deu espaço para acolher as propostas mais encaminhadas, fazendo com que nossa experiência nos guiasse rumo àquilo que queríamos.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
RECOMEÇO NO FINAL DA NOVELA


- As fotos acima são da nossa pré-estréia. O Teatro Municipal de Ouro Preto estava ainda mais lindo do que nessas fotos do Bruno Magalhães (por incrível que pareça)! Um público bastante eclético, incluindo pessoas que não tinham a menor referência do nosso trabalho (que privilégio contar com estes olhares!), nos recebeu de peito aberto. Do início ao fim. Uma surpresa! Chegamos a trocar olhares e até comentários aos ouvidos a cada reação surpreendente da platéia. Ao final, o alívio do parto. Ou pré-parto. O choro veio como desabafo. De uma grande gincana cumprida a custa de muito esforço e cumplicidade de parceiros.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Moët & Chandon
O MESTRE
Houve um momento de pensar o figurino com a ajuda de Francisco Magalhães. Foi pensado a partir do que já havia sido sugerido e depois, nas relações cromáticas.
Prá mim é muito maravilhoso começar a ensaiar com um figurino e depois de todos esses meses ver que não haveria mudanças ou seja, fomos a loja de tecidos, à costureira, mas foi inútil pois Irene já se apresentara ha meses com sua saia neutra, blusa magenta e lenço azul... o sapato sim, o sapato foi pintado – Rita desceu ao Atelier do Dojo e pintou aquele sapato velho – sensação maravilhosa a de pintar aquele sapato velho; pronto, vermelho.
Francisco disse ao Paulo, abra o guarda roupa de alguém que você acha que ‘se aproxima de Júlio” ; eu fiquei meio perplexa com a proposta, mas agora eu entendi. Os figurinos de personagens desenhados tão próximos do dia a dia, estão mesmo nos armários. Irene estava no meu armário, um tanto compartimentada, mas estava lá nas minhas máscaras e no fundo de minha vaidade feminina.Mas Francisco, o mestre, disse mais: ‘não vá procurá-los, os figurinos, em brechós, lá as roupas estão sem alma’ – estou começando a entender isso também.
O último dia da prineira temporada
Samira foi ontem no último dia dessa primeira temporada e por email , dentre outras coisas muito bonitas, deixou um verso:
“A generosidade.Haverá arte sem ela? Quando a arte que morava em você é expulsa como um vômito que nada pode segurar, você se reparte e se oferece aos pedaços sem querer saber se o que faz ou o que mostra é bom ou mau - é você e nada mais - não há troco a ser conferido". Sonia Lins
E é isso, né? Aposto que vocês não estão conferindo nehum troco neste trabalho!
Beijos
Samira
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
quarta-feira, 30 de julho de 2008
"cor"..."coeur..."
"cor"..."coeur..."
reflexões arbritárias sobre o amor....
Posted by Francisco Magalhães
Sobre as indagações do Paulo
Voltando um pouco àquele assunto da cor: os esquimós percebem as variações de brancos de maneira muito mais rica que uma pessoa dos trópicos uma vez que a paisagem branca é um campo para sobrevivência então, esses valores tonais ganham uma variação maior de maneira que o ambiente possa ser decodificado para se sobreviver nele. Os índios ou habitantes de uma selva percebem as variações tonais dos verdes de maneira mais ampla que um habitante urbano, afinal será observando a grande massa verde da mata e as variações dos variados tons de verdes é que ele poderá perceber os lugares no qual encontrará alimento, água e etc. Então, podemos supor que a percepção da realidade se apresenta como um campo para a sobrevivência e cada individuo desenvolverá através dos fatores já apontados (sentidos, cultura, ambiente),suas habilidades de perceber essa realidade de maneira específica.
Sobre o amor....AH!!!! O amor!
AMOR: o amor esta em si e em nós mesmos. Amar seria a capacidade de dividi-lo com alguém, portanto, também, um fator que poderá ser apreendido dentro das diversas realidades vividas (biológicos, família, ambiente, cultura).
A soma desses fatores torna a coisa um pouco mais complicada, pois, se aprendemos no âmbito familiar determinados padrões afetivos, esse aprendizado não necessariamente será coincidente com àqueles do individuo para o qual direcionaremos o nosso amor, então, aí, parece acontecer o momento mais difícil para, talvez, construirmos aquele momento mais importante para a experiência do amor: a doação e a entrega incondicional. O ideal romântico é algo construído pela cultura – sedimentado pela cultura ocidental. Entre relações humanas o fato afetivo será determinado pela nossa capacidade de troca: podemos começar pelo ideal: amo por que eu amo Diga em voz alta “Eu sou o amor”. Isso parece à perfeição mas nossos pesos nos levam a ficar um pouco mais “complexo”: eu amo por que ele me ama, eu amo por que ele me dá beleza e eu lhe dou sexo, eu amo por que ele me dá sexo e eu lhe dou dinheiro, eu amo por que ele me dá amor e eu lhe dou segurança, eu amo por que ele me dá dinheiro e eu lhe dou companhia, eu amo por que ele me dá segurança e eu lhe dou sexo, eu amo por que ele me dá sexo e eu lhe dou juventude e beleza, eu amo por que ele me dá sexo e dinheiro e eu lhe dou posição social, eu amo por que ele me dá segurança e eu lhe dou juventude e beleza, eu amo por que ele me dá beleza e eu lhe dou beleza, eu amo por que ele me dá sexo e eu lhe dou sexo...
Mais importante disso tudo é saber o que esta sendo trocado nas relações "de amor". parece que a maioria dos contratos afetivos (e os seus enganos) essas relações são pouco claras. Todo mundo já viu ou ouviu aquela história: "Eu lhe dei tudo e veja o que ele fez comigo”. Nesses casos parece que alguém estava mal informado sobre o que estava sendo trocado, dado, doado e estava longe de uma experiência dada por uma relação de amor, pois quando supomos que nos doamos por amor tudo poderíamos doar, poderíamos ainda nos perguntar: será que foi o suficiente ou, será que era isso que ele queria de mim...e por aí vai.
Nada disso deve ser considerado como uma realidade do amor. São apenas minhas parvas observações que nascem das minhas percepções bastante limítrofes nos casos do amor.
Abraço outra vez
Francisco
segunda-feira, 28 de julho de 2008
O SONHO DE GLAURA...
Postagem autorizada por Glaura Santos.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
NOSSO VÔO
ONTEM EM OURO PRETO OS AMIGOS, A FAMÍLIA E UM PÚBLICO MARAVILHOSO... 'O PRIMEIRO STRESS É NA HORA DO CHECK IN, SEMPRE ACHO QUE NÃO VOU CONSEGUIR EMBARCAR..." (IRENE)
GENTE, O CHECK IN, TÁ FEITO. OBRIGADA A TODOS.
RITA CLEMENTE
quinta-feira, 17 de julho de 2008
De trinta...

Hoje eu passei por aqui pra vê-los antes de pegar o bus ou meu carro pra Ouro Preto dia 22...
Sei de muitas coisas mas... ainda não os vi... E quero muito!!!
Mas lendo o que se passa por aí resolvi também falar um pouco do que está do lado de cá, pra quem sabe dividir, aliviar, atrapalhar, provocar, fazer rir...
Estou meio estranha hoje... Mulher tem dessas coisas...Uma pilha de coisas... uma vez por mês temos uma ótima desculpa pra sermos chatas, gordas, comer chocolate, chorar no chuveiro e/ou chorar com o amigo no telefone, querer ficar sozinha mas se possivel com alguém na cozinha pra poder chamar se ficar escuro e silencioso demais... E depois a coisa desce... Tudo fica mais leve...
E no meio disso uma vontade imensa de poder também ter tempo, tempos, horas, de poder parar na verdade. Ou ainda mandar que pare com isso e que te deixe quieta por um minuto.
- Vai pra cozinha você e me deixa aqui, que saco!
Hoje eu não tô boa... Hum... que novidade...
Mas até segunda isso melhora!
Bjus, Fafá...
Colaboradores
ESTRÉIA
Únicas apresentações: 12,19 e 26 de agosto, todas Terças-feiras do mês, sempre às 20 horas.
Info: 3237-6611
ensaio
ensaio

